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xxx 25-09-2013

Bosch Rexroth Brasil completa 1ano no Facebook

Muitas empresas que operam no modelo de negócios business-to-business (B2B), hesitam em usar as redes sociais como veículos de comunicação para relacionamento com seus públicos estratégicos. A visão mais predominante é que redes sociais são úteis apenas para contatos com o consumidor final, os chamados B2C. Ao reduzir o valor das redes sociais, muitas empresas B2B estão, na verdade, esquecendo que, no final das contas, os negócios acontecem através dos relacionamentos entre pessoas. É entre elas, afinal, que são criados muitos e sólidos círculos de confiança. E os laços interpessoais criados nas redes sociais podem, mais tarde, ser usados em favor dos negócios.

Segundo Felipe Wasserman, professor do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM, atualmente os consumidores preferem receber uma informação de um amigo sobre um produto ou serviço mais do que recebê-la da própria empresa. Isso acontece porque informações transmitidas por amigos ou conhecidos valem por recomendações. Ainda segundo Wasserman, isso se consegue seguindo padrões muito simples. Primeiro, as pessoas devem ter motivos para compartilhar o conteúdo e, por isso, ele tem que ser interessante. Depois, não basta o produto ser bom, ou seja, o discurso não pode ser meramente técnico. É preciso uma boa história por trás. Pode ser sobre o uso de tecnologia na recuperação de um teatro famoso. Pode ser um benefício ambiental impactante. O importante é lembrar que são as pessoas, e não as empresas, que se tornam fãs das marcas. E para qualquer marca - e qualquer empresa - ter fãs é um enorme valor.

Por tudo isso, o uso de redes sociais como ferramentas de comunicação das empresas B2B pede reconsideração. Ao mesmo tempo em que o público alvo dessa comunicação é mais restrito, a comunicação em si é mais focada, interessante e útil. E num segmento onde conhecimento é tudo (assim como a reputação), a boa informação, especialmente aquela disseminada com a ajuda do público, é essencial para sensibilizar os clientes e lhes mostrar o que sua empresa é capaz de fazer. Em outras palavras, o assunto aqui é credibilidade e confiança.

Mídias sociais não são canais de propaganda ou vendas. São, na verdade, plataformas de comunicação e relacionamento. E como são. Buscando criar uma visão sobre o uso de mídias sociais como ferramentas de apoio aos negócios B2B, o Ibramerc (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado) realizou uma pesquisa com aproximadamente 300 gestores das áreas de Comunicação, Marketing e Vendas de empresas B2B. Apesar do conservadorismo, a maioria delas já “caiu nas redes” e os números apontam que a tendência é positiva.

As empresas pesquisadas - 40% delas envolvidas com manufatura e quase a mesma proporção com serviços - têm adotado as mídias sociais porque perceberam que é uma ferramenta inovadora e de baixo custo, dois conceitos valiosos para as modernas práticas de gestão. Elas entendem que sua presença na rede permite aos (potenciais) clientes entrar em um universo novo, conhecer mais, trocar informações sobre produtos ou serviços. Isso é ainda mais importante se o negócio da empresa for técnico.

Como era de se esperar, o Facebook é a ferramenta mais usada pelas empresas que se expõem nas redes sociais, seguido pelo Twitter. As grandes motivações para as empresas “caírem nas redes” são a manutenção de relacionamentos com empresas do mesmo ramo, associar o uso das redes sociais com eventos presenciais e alimentar as ferramentas de CRM (Customer Relationship Management) da empresa. Mas a principal é a potencialização dos projetos de marketing.

Tudo ponderado é importante registrar que 84% dos profissionais ouvidos usam redes sociais como ferramentas de interação com o cliente. Por conta da linguagem simples, interação instantânea e atualização frequente, esse número só tende a aumentar.

Fontes: Revista Pack e Ibramerc.

A Bosch Rexroth na rede

Em setembro de 2012, quando a Bosch Rexroth celebrou 48 anos de atuação no Brasil, a empresa lançou sua página oficial no Facebook, uma ação que faz parte da estratégia mundial da empresa. Apenas seis meses depois a Rexroth contabilizava mais de 4.500 fãs, atualmente já são quase 8.000 fãs, um número muito representativo, especialmente quando se considera o alto grau tecnológico de seus negócios.

A empresa vem utilizando o Facebook como ferramenta de diálogo contínuo com os seus públicos estratégicos (clientes, distribuidores, imprensa, estudantes, colaboradores, prospects e outros interessados). Informações sobre mercado, tecnologias, aplicações, eventos e muito mais são disponibilizadas diariamente de forma simples e interativa.

Para celebrar o primeiro ano no Facebook e 49 anos no Brasil a Bosch Rexroth preparou uma ação especial, que poderá ser conferida hoje na fan page da empresa, são depoimentos de quem faz e participa da página do Brasil.

Acompanhe, curta e participe: www.facebook.com/BoschRexrothnoBrasil

Econômicas, precisas, seguras e energeticamente eficientes: as tecnologias de acionamento e controle da Bosch Rexroth movem máquinas e equipamentos de qualquer magnitude. A empresa reúne as experiências mundiais das aplicações nos segmentos de mercado Mobile Applications, Machinery Applications and Engineering, Factory Automation and Renewable Energies para o desenvolvimento de componentes inovadores e soluções customizadas, de sistemas a serviços. A Bosch Rexroth oferece aos seus clientes componentes e sistemas hidráulicos, acionamentos elétricos e controles, sistemas pneumáticos, redutores, além de tecnologias de acionamento linear e de montagem, tudo de uma única fonte. Com presença em mais de 80 países, a empresa obteve com seus mais de 37.500 colaboradores um faturamento de aproximadamente 6,5 bilhões de euros em 2012.

No Brasil, a Bosch Rexroth Ltda. possui uma sede em Atibaia/SP, uma unidade fabril em Pomerode/SC, nove regionais de vendas próximas aos mais importantes mercados brasileiros e Distribuidores Autorizados situados nas principais cidades do país.

Para saber mais, visite: www.boschrexroth.com , www.boschrexroth.com.br

O Grupo Bosch é líder mundial no fornecimento de tecnologias e serviços. Em 2012 seus mais de 305.000 colaboradores contribuíram para gerar um faturamento de 52,5 bilhões de euros nos setores de tecnologia automotiva, energia e tecnologia de construção, tecnologia industrial e bens de consumo. O Grupo Bosch é composto pela Robert Bosch GmbH e suas cerca de 350 subsidiárias e empresas regionais presentes em aproximadamente 60 países. Incluindo os representantes de vendas e serviços, a Bosch está presente em cerca de 150 países. Esta rede mundial de desenvolvimento, produção e distribuição é a base para a continuidade do crescimento. A Bosch investiu cerca de 4,8 bilhões de euros em pesquisa e desenvolvimento em 2012, e solicitou o registro de aproximadamente 4.800 patentes em todo o mundo. Os produtos e serviços do Grupo Bosch são concebidos para melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio de soluções inovadoras e úteis, assim como fascinantes. Dessa forma, a empresa oferece mundialmente "Tecnologia para a Vida". Mais informações: www.bosch.com , www.bosch-press.com

No Brasil, o grupo Bosch está presente desde 1954 e atualmente emprega cerca de 9.700 colaboradores. Em 2012, o grupo registrou no país um faturamento líquido de R$ 4,1 bilhões com a oferta de produtos e serviços automotivos para montadoras e para o mercado de reposição, ferramentas elétricas, sistemas de segurança, termotecnologia, máquinas de embalagem e tecnologias industriais. Para mais informações: www.bosch.com.br .

 

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